“SE É FATALIDADE, EU SOU INOCENTE”: a conduta homicida na perspectiva de quem o pratica

Odacyr Roberth Moura da Silva, Sônia Maria Queiroz de Oliveira, Carlos Alberto Dias

Resumo


Uma das características da contemporaneidade é a atenção dada às condutas humanas, às regras limitatórias e às representações sociais presentes em territórios particularizados. Dentre as inúmeras condutas que tem ocupado o centro desta atenção destaca-se a conduta homicida, uma vez que esta fere o bem maior do indivíduo que é a vida. Neste sentido, este estudo tem por objetivo identificar, no discurso do homicida, elementos para a compreensão da conduta homicida bem como as interveniências relacionais que gravitam em torno dela, explorando suas representações de crime e lei, culpa e fatalidade perante o ato cometido por ele.

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