ENSINO DE FILOSOFIA E METODOLOGIAS ATIVAS

Ricardo José Mezzomo, Celso Kraemer

Resumo


Este artigo tem como objetivo discutir, à luz dos princípios das Metodologias ativas, uma estratégia desenvolvida há mais de uma década no ensino de filosofia. A educação passa por crises e transformações, sobretudo no que se refere à pedagogia escolar. A necessidade de inovação parece consenso entre as diferentes teorias. De Dewey a Paulo Freire, de Ranciére a Cassiano Zeferino, o princípio epistemológico predominante visa substituir a passividade do aluno pela atividade do estudante. Há anos utilizo uma estratégia chamada de Maratona Filosófica (MF), estratégia conhecida como gamificação, no interior das metodologias ativas. O envolvimento dos estudantes foi determinante para seu êxito que, pelo depoimento de alunos, colegas docentes, coordenadores e gestores escolares, mostrou ser uma estratégia que potencializou a motivação, a participação e a aprendizagem.

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