SUAVIZAÇÃO DE RESULTADOS: Evidências da Prática no Conservadorismo

Jéssica Rayse de Melo Silva Ávila, Roberta Leal Hias, Patrícia de Souza Costa

Resumo


O objetivo da pesquisa foi verificar o comportamento das companhias brasileiras na prática de suavização de resultados sobre o conservadorismo no período pré e pós adoção das IFRS. Com base nos modelos de Eckel (1981), Basu (1997) e Heltzer (2009), foram analisadas 475 companhias abertas que negociaram ações na B3 entre os anos de 1997 a 2017. As evidências indicam que no período pré IFRS, as empresas suavizadoras e as empresas não suavizadoras utilizaram o conservadorismo condicional para reconhecer mais oportunamente os resultados negativos no lucro que os resultados positivos, e aumentaram seus lucros incondicionalmente. Os modelos econométricos não foram estatisticamente significantes para o período pós IFRS, e por isso, sugere-se que pesquisas futuras explorem outros modelos econométricos e relacionem a suavização de resultados a outros predicados da informação contábil.

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